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5 Dicas para Gestão de EPI em Hospitais e Clínicas

24/09/2021 - Segurança do Trabalho - por Thiago Avelino

Como uma das maiores plataformas de gestão de EPI do País, a SafetyTec escreve com frequência e propriedade sobre Gestão de EPI nas organizações. 

O assunto de hoje é sobre controle de EPI em atmosferas hospitalares e de saúde, algo importantíssimo, já que além dos programas tradicionais de orientação à preservação da vida do trabalhador, como PPRA, LTCAT, PCMSO e outros, locais que recebem e tratam pacientes e que expõem seus trabalhadores a riscos de contágio por doenças, necessitam com urgência de implementar ferramentas para um controle eficiente de EPI sobretudo, que permitam o monitoramento assertivo da substituição correta dos mesmos 

Por este motivo, vamos destacar os 5 principais equívocos da Gestão de EPI que deixam sua clínica, posto de saúde e hospital fragilizados e que comprometem sua credibilidade como profissional.

1 - Adquirir respiradores descartáveis ou reutilizáveis sem orientação de um profissional especializado.
Como resolver: uma Consultoria ou um profissional de Saúde e Segurança do Trabalho, pode orientá-lo, porém, de forma pontual. Nossa recomendação é para que quando o volume de profissionais expostos e o agente biológico ou químico oferecer risco elevado à saúde, seja contratado um especialista em Proteção Respiratória. 

2 - Não possuir um Book com a descrição Técnica dos EPI's adequados utilizados na companhia.
Como resolver: criar um documento referencial com informações detalhadas de todos os EPR's (Equipamento de Proteção Respiratória) que são utilizados pelos colaboradores. Preferencialmente de marcas e modelos diferentes, mas naturalmente de características técnicas semelhantes. Desta forma, mesmo que qualquer pessoa seja o responsável por comprar ou entregar o EPI, não o fará de maneira equivocada.


3 - Deficiência no Controle de PERIODICIDADE de TROCA do EPI.
Como resolver: este é definitivamente o elemento mais importante quando se trata de controle de Equipamentos de Proteção Respiratória ou Vestimentas de Proteção bem como luvas de procedimento cirúrgico, já que os mesmos não podem ser utilizados por mais tempo do que recomenda o fabricante ou o LTCAT, pois pode perder a capacidade de proteção expondo o usuário ao risco eminente. Embora muitos utilizem planilhas, elas ainda dependem muito do manuseio dos gestores e deixam fragilidades nos controles. Um controle e por consequência uma gestão eficiente, exigem um sistema. Conheça o BuscaEPI.


4 - Não ter um plano de manejo e descarte de resíduos. O descarte correto do EPI, fundamental não somente para a preservação do meio ambiente, mas sobretudo e principalmente por se tratar de um resíduo biologicamente e químicamente contaminado.
Como resolver: existem parâmetros legais tanto na esfera municipal, quanto na estadual e principalmente na federal para tratamento correto de resíduos, sobretudo os hospitalares. Os principais são a RDC nº 306/04 da ANVISA e a resolução nº 358/05 do CONAMA (conselho nacional do meio ambiente. Desta forma não somente é recomendado, como obrigatório possuir um plano de descarte correto também para os EPI's oriundos de atividades hospitalares.

5 - Colaboradores que não conhecem o EPI que usam. Seu colaborador conhece as principais características técnicas e é treinado periodicamente para usá-los?
Como resolver: Pode parecer algo muito natural para empresas e profissionais atender aos parágrafos 6.3 e 6.6.1 "d" ambos da NR 6, porém, esta atribuição exige muito mais cuidado do que observamos que o mercado vem tendo. Sabemos também que os maiores conhecedores dos EPI 's - Equipamentos de Proteção Individual são seus fornecedores, porém, você que está lendo este artigo, vai concordar que embora não seja uma tarefa fácil, os usuários têm de conhecê-los tão bem quanto qualquer um outro.
Por este motivo, nossa recomendação é para acessar um conteúdo muito rico e detalhado sobre EPI 's que alguns dos maiores especialistas do País nesta disciplina desenvolveram exclusivamente para a plataforma SafetyEAD.com (Hiper Link). Outra dica é criar um cronograma periódico para treinamento sobre EPI 's para os colaboradores, principalmente quando se tratam de equipamentos como os de proteção respiratória, auditiva, vestimentas e luvas. Busque também orientação junto aos seus fornecedores.


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Sobre o autor: Thiago Avelino Co-Fundador & CEO da SafetyTec do Portal ConsultaCA, SafetyEAD e BuscaEPI, Profissional de Segurança do Trabalho com 15 anos de Know How. Iniciou sua carreira prestando serviços para empresas de Engenharia em projetos de construção de grande porte como em Refinarias de Petróleo, Papel e Celulose e Metalurgia. Criador de conteúdo digital de SST. Mediador de debates, atuou como Auditor Bureau Veritas e também Lecionou no Senai PR.
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O que é CA?

O CA - Certificado de Aprovação - é um documento emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego que tem por finalidade avaliar e manter um padrão nos equipamento de proteção.

A NR6 - que regulariza os equipamentos de proteção individual - exige que todo equipamento de proteção individual, de fabricação nacional ou importado, só poderá ser posto à venda ou utilizado com a marcação do CA.

Para se obter um CA, o fabricante ou importador, deve enviar uma amostra do equipamento para um laboratório autorizado, o laboratório faz testes com esse equipamento e emite um laudo com as características do produto. Esse laudo é enviado ao MTE para emissão do CA que garantirá o padrão dos equipamentos que devem obedecer as especificações presentes no laudo.

Como funciona o Portal ConsultaCA.com? Assista nosso vídeo!